Eu já gostei tanto de uma pessoa que quis ser melhor, só para merecê-la;
Já admirei alguém e me senti inferior a essa pessoa;
Já chorei sozinha, sem razão aparente;
Já comecei a escrever um poema e não terminei porque achei cafona demais;
Já senti ciúmes de uma amiga;
Já senti saudade o bastante pra olhar uma foto e chorar, por lembrar da falta que algumas pessoas me fazem;
Já desejei voltar no tempo e congelar em outras épocas;
Já magoei pessoas queridas;
Já me arrependi de não ter feito certas coisas;
Já transbordei de felicidade pela alegria de outras pessoas;
Já me senti inútil;
Já fiz tempestade em copo d'água;
Já dei apelidos engraçados para o próximo;
Já ri de mim mesma;
Já ri dos outros;
Já chorei por alguém;
Já li o final de um livro antes de terminar o primeiro capítulo;
Já desenhei minha mão;
Já desisti;
Já abri mão de algo, em prol de fazer o bem;
Já fui egoísta;
Já levantei a moral de alguém;
Já dei conselhos para mim mesma;
Já passei por tantas coisas...
Já corri, caí, perdi, busquei, parei, bati, achei, descobri...
Já errei, e muito.
Já repeti o mesmo erro: cabeça dura.
Já perdi tempo, já ganhei tempo;
Só não aprendi a viver sem Jesus. Ele me permitiu fazer todas essas coisas, escreveu minha história, desenhou-me em cada detalhe, sonhou comigo, presenteou-me com a mais maravilhosa das famílias, me consolou, me ouviu, me perdoou.
Por mais experiências que essa vida me proporcione, não há nada que possa me afastar do amor de Deus, que um dia me encontrou e me acolheu. Não conheci o céu, mas conheço o Rei desse Reino. Não vi o mundo inteiro, mas sei que o Criador de todas as coisas tem Seus olhos sobre mim em todo momento.
Não sigo religião alguma, sigo O caminho, A verdade e A vida. Sigo Aquele que se entregou à própria morte, para que eu pudesse viver a Vida. Sigo o Pai que chamou de filhos, os assassinos de Seu Unigênito. Amo o Deus que se fez homem para mostrar que é impossível ser feliz sem a graça do Senhor.
Já fiz muito, já passei por coisas demais e posso dizer que nada se compara a ouvir a voz de Deus e viver inteiramente para a Sua glória.
Ahhh... EU AMO JESUS!!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Apaixonar-se pelo amor. (MelhorResposta)
Numa das postagens anteriores eu perguntei como era possível se apaixonar pelo amor, e não por uma pessoa. Como prometi, a melhor resposta que li:
"Apaixonar pelas cartas, pela respiração suspensa, pela cara boba, pela sensação gostosa... Marta Medeiros escreveu um livro que falava disso, acho que era divã, tem o filme também e eu não vi. Mas escrever também é um pouco isso, hum?! Essa paixão infindável pelos retratos de todos os amores, e pelos personagens, que não precisa existir. Só o amor precisa, pairando vermelho em todas as vogais, os parágrafos, os pontos. A M O R."
"Apaixonar pelas cartas, pela respiração suspensa, pela cara boba, pela sensação gostosa... Marta Medeiros escreveu um livro que falava disso, acho que era divã, tem o filme também e eu não vi. Mas escrever também é um pouco isso, hum?! Essa paixão infindável pelos retratos de todos os amores, e pelos personagens, que não precisa existir. Só o amor precisa, pairando vermelho em todas as vogais, os parágrafos, os pontos. A M O R."
sábado, 13 de junho de 2009
Quantos anos você tem?
Eu sou uma criança e serei pra sempre, se puder. Claro, tenho minhas responsabilidades, meus deveres e os cumpro.
Hoje, numa conversa, percebi que já estou com dezoito anos e não me lembro de como cheguei até aqui. Claro, no dia a dia é impossível não perceber que continuo com uma mentalidade infantil intacta.
Não me considero uma mulher, me considero menina porque pra mim, a verdadeira idade está na cabeça das pessoas.
Pretendo correr muito na chuva ainda, ficar feliz de ouvir as vozes dos meus pais chegando em casa, pretendo continuar rindo com as piores piadas do mundo (aquelas que não tem maldade, como a do pintinho sem pé que foi ciscar e caiu), cantar músicas que me façam lembrar do passado, ler os gibis da Mônica (inclusive a Turma da Mônica Jovem), pretendo visitar a Disney, quero continuar sonhando que tenho todas as minhas melhores amigas como vizinhas, quero andar de patins ao lado da melhor prima que não aprendeu a andar de bicicleta, quero um bandaid colorido (sem que eu pareça patética), quero voltar a ter muitos apelidos, quero fazer meu primeiro bolo de chocolate de novo.
Ah como eu sinto saudade disso tudo.. Mas é legal ter responsabilidades, andar com as próprias pernas... Seria bom voltar a receber mesada todo mês, é claro, só que é bom colocar os pés no chão, correr atrás daquilo que sonho e é maravilhoso ver que ser criança não se resume em brincadeiras apenas.
Ser criança é ver o futuro como um poço de oportunidades, é acreditar até o último segundo que Deus sabe o que fazer. Ser criança é depender do próximo e amá-lo pelo simples fato dele existir.
Eu sou jovem, mas meu coração terá sete anos pra sempre. Agora eu te pergunto: Quantos anos você tem?
Hoje, numa conversa, percebi que já estou com dezoito anos e não me lembro de como cheguei até aqui. Claro, no dia a dia é impossível não perceber que continuo com uma mentalidade infantil intacta.
Não me considero uma mulher, me considero menina porque pra mim, a verdadeira idade está na cabeça das pessoas.
Pretendo correr muito na chuva ainda, ficar feliz de ouvir as vozes dos meus pais chegando em casa, pretendo continuar rindo com as piores piadas do mundo (aquelas que não tem maldade, como a do pintinho sem pé que foi ciscar e caiu), cantar músicas que me façam lembrar do passado, ler os gibis da Mônica (inclusive a Turma da Mônica Jovem), pretendo visitar a Disney, quero continuar sonhando que tenho todas as minhas melhores amigas como vizinhas, quero andar de patins ao lado da melhor prima que não aprendeu a andar de bicicleta, quero um bandaid colorido (sem que eu pareça patética), quero voltar a ter muitos apelidos, quero fazer meu primeiro bolo de chocolate de novo.
Ah como eu sinto saudade disso tudo.. Mas é legal ter responsabilidades, andar com as próprias pernas... Seria bom voltar a receber mesada todo mês, é claro, só que é bom colocar os pés no chão, correr atrás daquilo que sonho e é maravilhoso ver que ser criança não se resume em brincadeiras apenas.
Ser criança é ver o futuro como um poço de oportunidades, é acreditar até o último segundo que Deus sabe o que fazer. Ser criança é depender do próximo e amá-lo pelo simples fato dele existir.
Eu sou jovem, mas meu coração terá sete anos pra sempre. Agora eu te pergunto: Quantos anos você tem?
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Oitava série...
Desculpa a falta de ordem cronológica, gente... Mas enquanto eu lembro, eu posto!
Que ano! Ano de cursinho pré-vestibulinho (que não ajudou em nada), ano de muitas amizades fortalecidas e laços que tornaram-se mais fortes. Ano de oportunidades desperdiçadas.
Foi um ano lindo e louco, quando aproveitava pela última vez a companhia diária de uma amiga que estudava desde a 5ª série, suportando tudo. Eu bem me lembro de quando fui fazer a prova pra esse tal de cursinho... Fiz a prova, eu, minhas amigas e uma galera¹²³¹³¹² da escola, no mesmo dia sairia o resultado. Algumas horas depois de batermos perna sem destino pelas redondezas, voltamos pra ver quem tinha passado. Todas tínhamos passado (pra vc ver como era difícil)! As salas foram divididas de acordo com a ordem de classificação e com isso fomos meio que 'separadas'. Fiquei junto com uma grande amiga (não vou dizer que o nome dela é Jéssica ;X) e logo no primeiro dia do curso (todos os sábados das 08h às 18h) me sentei lá no fundo da sala, no cantinho. A sala lotadérrima, espirrando gente, eu e minha amiga sentadas quietinhas, pensando juntas em silêncio: 'O que estou fazendo aqui, meu Deus?!'.
Foi então que entrou aquela visão de outro mundo. Sabe quando você até ouve uma música de fundo e a pessoa começa a andar em câmera lenta? Comentei com a Jéssica e passei o resto do dia observando aquela criação de Deus, bendito em sua formosura, devo dizer. Como devem imaginar, não tive coragem de falar nada, só olhar mesmo (descaradamente, diga-se de passagem). Na semana seguinte, é claro, tratei de chegar bem cedinho e sentar-me próxima. Não quero enrolar muito vocês pobres leitores de paciência finita, resumindo: acabei fazendo amizade com o dito cujo, de modo que nunca teria coragem de chegar e falar: 'tu é lindo', ou qualquer coisa do tipo. Durante o ano, uma outra amiga aproximou-se mais dele e chegou a comentar com ele, tentando arrancar informações que me fossem úteis. De fato eram: 'Eu acho a Kah muito fofinha, meu... Mas não tenho coragem. Só falo com ela se tiver certeza que não levarei NÃO'. Quer uma coisa mais otimista que isso? Não tem. O lado ruim é, não tinha como ele ter certeza que não levaria um 'não', já que nem eu tinha essa certeza. Sabe quando você admira, mas não se imagina? (Você é louca, Kamila? - Sim. Sou.)
Para fins de informação, nada aconteceu durante o ano inteiro porque ambos eram lerdos demais pra tomar qualquer atitude ou dar qualquer brecha.
Agora é a parte que eu pergunto: Por que todas as minhas histórias terminam sem um final super hiper ultra mega master blaster extraodinário? Grande incógnita, my friend. E essa é uma incógnita que eu aqui, amante da matemática, não consegui resolver.
Kamila lerdona
Que ano! Ano de cursinho pré-vestibulinho (que não ajudou em nada), ano de muitas amizades fortalecidas e laços que tornaram-se mais fortes. Ano de oportunidades desperdiçadas.
Foi um ano lindo e louco, quando aproveitava pela última vez a companhia diária de uma amiga que estudava desde a 5ª série, suportando tudo. Eu bem me lembro de quando fui fazer a prova pra esse tal de cursinho... Fiz a prova, eu, minhas amigas e uma galera¹²³¹³¹² da escola, no mesmo dia sairia o resultado. Algumas horas depois de batermos perna sem destino pelas redondezas, voltamos pra ver quem tinha passado. Todas tínhamos passado (pra vc ver como era difícil)! As salas foram divididas de acordo com a ordem de classificação e com isso fomos meio que 'separadas'. Fiquei junto com uma grande amiga (não vou dizer que o nome dela é Jéssica ;X) e logo no primeiro dia do curso (todos os sábados das 08h às 18h) me sentei lá no fundo da sala, no cantinho. A sala lotadérrima, espirrando gente, eu e minha amiga sentadas quietinhas, pensando juntas em silêncio: 'O que estou fazendo aqui, meu Deus?!'.
Foi então que entrou aquela visão de outro mundo. Sabe quando você até ouve uma música de fundo e a pessoa começa a andar em câmera lenta? Comentei com a Jéssica e passei o resto do dia observando aquela criação de Deus, bendito em sua formosura, devo dizer. Como devem imaginar, não tive coragem de falar nada, só olhar mesmo (descaradamente, diga-se de passagem). Na semana seguinte, é claro, tratei de chegar bem cedinho e sentar-me próxima. Não quero enrolar muito vocês pobres leitores de paciência finita, resumindo: acabei fazendo amizade com o dito cujo, de modo que nunca teria coragem de chegar e falar: 'tu é lindo', ou qualquer coisa do tipo. Durante o ano, uma outra amiga aproximou-se mais dele e chegou a comentar com ele, tentando arrancar informações que me fossem úteis. De fato eram: 'Eu acho a Kah muito fofinha, meu... Mas não tenho coragem. Só falo com ela se tiver certeza que não levarei NÃO'. Quer uma coisa mais otimista que isso? Não tem. O lado ruim é, não tinha como ele ter certeza que não levaria um 'não', já que nem eu tinha essa certeza. Sabe quando você admira, mas não se imagina? (Você é louca, Kamila? - Sim. Sou.)
Para fins de informação, nada aconteceu durante o ano inteiro porque ambos eram lerdos demais pra tomar qualquer atitude ou dar qualquer brecha.
Agora é a parte que eu pergunto: Por que todas as minhas histórias terminam sem um final super hiper ultra mega master blaster extraodinário? Grande incógnita, my friend. E essa é uma incógnita que eu aqui, amante da matemática, não consegui resolver.
Kamila lerdona
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Inspiração que vem do nada e vai do nada ._.
Hoje no trabalho me encarreguei de fazer um cartão (já que faltava serviço) de casamento...
Desculpa... Ficou a coisa mais fofa! *~*
Com imagem é bem mais bonitinho, mas vou mostrar o texto pra minha meia dúzia de leitores periódicos:
Aos Noivos
Nossos votos de felicidade
Pra um amor que se renove a cada dia;
Com uma vida de prosperidade
Anos e anos de pura alegria
Que as bençãos de Deus sejam sobre seu lar
E que nunca venham a se esquecer:
A maior virtude do amor é compartilhar
E juntos, se dar ao luxo de aprender
Aprender que a união é infinitamente mais bela que a solidão;
Aprender que o amor tudo vence, se fundamentado na cumplicidade;
Aprender que a vida é uma escola;
Aprender que o seu melhor amigo é aquele que acorda ao seu lado;
Aprender que não existe melhor momento para ser feliz do que hoje e eternizar um grande amor com uma aliança.
Felicidades!
Poético, não?!
Achei tão lindo que precisava compartilhar esse meu momento inspiração que veio por algumas horas e desapareceu do nada. Frustrante.
Desculpa... Ficou a coisa mais fofa! *~*
Com imagem é bem mais bonitinho, mas vou mostrar o texto pra minha meia dúzia de leitores periódicos:
Aos Noivos
Nossos votos de felicidade
Pra um amor que se renove a cada dia;
Com uma vida de prosperidade
Anos e anos de pura alegria
Que as bençãos de Deus sejam sobre seu lar
E que nunca venham a se esquecer:
A maior virtude do amor é compartilhar
E juntos, se dar ao luxo de aprender
Aprender que a união é infinitamente mais bela que a solidão;
Aprender que o amor tudo vence, se fundamentado na cumplicidade;
Aprender que a vida é uma escola;
Aprender que o seu melhor amigo é aquele que acorda ao seu lado;
Aprender que não existe melhor momento para ser feliz do que hoje e eternizar um grande amor com uma aliança.
Felicidades!
Poético, não?!
Achei tão lindo que precisava compartilhar esse meu momento inspiração que veio por algumas horas e desapareceu do nada. Frustrante.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Lembranças - Pré II
Pré II
Não falava com ninguém. Me lembro das meninas que faziam panelinha pra me esnobar. Nunca me importei com isso, até porque eu mesma me encarreguei de ignorar tudo o que diziam ou faziam. Recordo ainda, que neste mesmo ano, fui eleita pela professora a oradora da classe (dias e dias ensaiando com a mamãe em casa. Microfone e tudo, minha gente! No meio da sala, lá estava eu, lendo...). No pré acabei me tornando responsável (quem diria, hein?!) porque praticamente 'adotei' um menino da mesma idade que sempre pegava carona com a minha mãe pra ir e voltar da escola. Na hora da saída, ele saía correndo, deixava tudo pra trás (mochila, caderno, estojo, lápis, carrinho, etc) e eu sempre recolhia com a maior paciência. Lembro que um dia ele resolveu me 'recompensar' por isso. Estávamos voltando da escola, no grande Opala (saudades), com minha mãe de motorista e eu fazia graça abrindo a janela, meus cabelos voavam com muita facilidade (ele chorava de rir com isso), ele abriu a mochila e tirou de lá uma espécie de 'bolsinha' de plástico, cheia de balas. Ele corou na hora e me entregou sem nem olhar pra mim. Na hora não entendi nada, por isso pedi que ele repetisse o que havia dito: " - É pra você. Porque você é a minha terceira mãe. A primeira é a minha mãe, a segunda é a sua e a terceira é você que cuida de mim na escola". Momento lindo, não? Parece até que foi o primeiro menino que gostei, né... Ledo engano! Na minha sala, nesse mesmo ano, tinha um menino todo bagunceiro, engraçadinho. Foi ele o primeiro menino que gostei mesmo. Era impossível. O menino, não o amor. O praguinha da escola. Sem comentários.
Não falava com ninguém. Me lembro das meninas que faziam panelinha pra me esnobar. Nunca me importei com isso, até porque eu mesma me encarreguei de ignorar tudo o que diziam ou faziam. Recordo ainda, que neste mesmo ano, fui eleita pela professora a oradora da classe (dias e dias ensaiando com a mamãe em casa. Microfone e tudo, minha gente! No meio da sala, lá estava eu, lendo...). No pré acabei me tornando responsável (quem diria, hein?!) porque praticamente 'adotei' um menino da mesma idade que sempre pegava carona com a minha mãe pra ir e voltar da escola. Na hora da saída, ele saía correndo, deixava tudo pra trás (mochila, caderno, estojo, lápis, carrinho, etc) e eu sempre recolhia com a maior paciência. Lembro que um dia ele resolveu me 'recompensar' por isso. Estávamos voltando da escola, no grande Opala (saudades), com minha mãe de motorista e eu fazia graça abrindo a janela, meus cabelos voavam com muita facilidade (ele chorava de rir com isso), ele abriu a mochila e tirou de lá uma espécie de 'bolsinha' de plástico, cheia de balas. Ele corou na hora e me entregou sem nem olhar pra mim. Na hora não entendi nada, por isso pedi que ele repetisse o que havia dito: " - É pra você. Porque você é a minha terceira mãe. A primeira é a minha mãe, a segunda é a sua e a terceira é você que cuida de mim na escola". Momento lindo, não? Parece até que foi o primeiro menino que gostei, né... Ledo engano! Na minha sala, nesse mesmo ano, tinha um menino todo bagunceiro, engraçadinho. Foi ele o primeiro menino que gostei mesmo. Era impossível. O menino, não o amor. O praguinha da escola. Sem comentários.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Apaixonar-se pelo amor?
Alguém me explica isso?
Lari ahi Lari aha me disse hoje, estar apaixonada pelo amor. Não por alguém mas pelo sentimento. Eu só preciso de uma explicação. Como pode alguém quase normal se apaixonar por um sentimento?
Avonts pra comentários, gente.
A melhor resposta, eu posto aqui!
(não que eu espere muitas respostas)
Lari ahi Lari aha me disse hoje, estar apaixonada pelo amor. Não por alguém mas pelo sentimento. Eu só preciso de uma explicação. Como pode alguém quase normal se apaixonar por um sentimento?
Avonts pra comentários, gente.
A melhor resposta, eu posto aqui!
(não que eu espere muitas respostas)
quinta-feira, 19 de março de 2009
Uma palavrinha BNC9
Num passado não muito distante, não tinha nenhuma razão pra acordar cedo nas quintas-feiras e pegar ônibus lotado, se não por obrigação. Mas hoje... Ah, hoje... Eu até peço que a semana passe logo e chegue logo esse treinamento! (Ok, exagerei um bocado)
A verdade é que antes era um HORROR acordar cedo e ir para o curso, contudo, algumas pessoas fazem com que tudo isso mude. Sempre tem os elementos neutros, mas quero enfatizar com louvor aqueles poucos que fazem das minhas tardes/manhãs de quinta-feira serem divertidas, engraçadas e passarem rápido... Eu não tenho mais paciência pra digitar nome por nome, como fiz um tempo atrás, mas cada um sabe da sua importância pra mim. Mais uma vez eu não resisto, mas não colocarei descrição nenhuma! Todos já sabem o que penso a seu respeito!
a louca da Jéssica B.;
Larissa S., A aérea;
a bicha do Danilo J.;
Aryane G., A romântica;
o querido Jorginho (Carlos E.);
Nathália F. e Tamires C., a dupla imbatível;
o brisante Felipe G.
Espero que esteja bem claro que um dia sentirei saudades desse treinamento... Reclamo, reclamo, reclamo, mas isso já faz parte da minha vida. Cada um do seu jeito, faz parte de uma história impagável.
E claro... pra não perder o costume segue a música da turma:
A verdade é que antes era um HORROR acordar cedo e ir para o curso, contudo, algumas pessoas fazem com que tudo isso mude. Sempre tem os elementos neutros, mas quero enfatizar com louvor aqueles poucos que fazem das minhas tardes/manhãs de quinta-feira serem divertidas, engraçadas e passarem rápido... Eu não tenho mais paciência pra digitar nome por nome, como fiz um tempo atrás, mas cada um sabe da sua importância pra mim. Mais uma vez eu não resisto, mas não colocarei descrição nenhuma! Todos já sabem o que penso a seu respeito!
a louca da Jéssica B.;
Larissa S., A aérea;
a bicha do Danilo J.;
Aryane G., A romântica;
o querido Jorginho (Carlos E.);
Nathália F. e Tamires C., a dupla imbatível;
o brisante Felipe G.
Espero que esteja bem claro que um dia sentirei saudades desse treinamento... Reclamo, reclamo, reclamo, mas isso já faz parte da minha vida. Cada um do seu jeito, faz parte de uma história impagável.
E claro... pra não perder o costume segue a música da turma:
Pura verdade
Versão da música 'Assim sem você' (Claudinho e Buchecha)
Aqui na nossa caixa
Todos na mesma sala
Ninguém querendo aprender
Aqui só tem, fofoca
Ninguém liga pra nota
Dois anos, é assim que vai ser
Eu não quero viver assim
O contrato vai chegar ao fim
Espere um instante, você quis isso antes
E agora você está aqui
Eu não sei mais o que posso fazer
O treinamento é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra chegar as três
Mas o relógio tá de mal comigo
Por quê?
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